O principal dirigente do UFC, Dana White, optou por recusar o convite do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para ocupar a função de secretário de imprensa da Casa Branca, de acordo com informações repassadas por uma fonte anônima.
Contexto da proposta na internet A oferta veio à tona no sábado (7), quando o líder norte-americano utilizou as redes sociais para sugerir publicamente que o executivo assumisse o comando da área de comunicação de seu governo.
Na postagem feita na plataforma Truth Social, o republicano escreveu: “Tenho o prazer de anunciar que ao grande Dana White — um lutador e guerreiro feroz — foi oferecido o cargo de secretário de imprensa dos Estados Unidos”.
Reação e apoio de assessoria Na mesma oportunidade, o chefe de Estado sugeriu que o diretor levasse consigo um grupo de atletas para compor a equipe, mencionando nominalmente seis competidores da organização de artes marciais mistas, entre eles a brasileira Amanda Nunes, além de anexar registros fotográficos dos atletas.
“Precisamos dessas pessoas para nos defender contra a esquerda lunática. Dana será um secretário de imprensa como nenhum outro. Dana, por favor, aceite o cargo!”, acrescentou.
A postagem presidencial recebeu apoio imediato de aliados. O diretor de comunicações do governo, Steven Cheung, compartilhou a mensagem do presidente e comentou: “Com certeza! Vai fundo, @DanaWhite!”.
Crise na equipe de comunicação Apesar de um assessor ter indicado que o governante tratava o assunto em tom de brincadeira, a postagem ocorre em um cenário de instabilidade na pasta de comunicação, marcada pela saída de Karoline Leavitt e pela passagem relâmpago de cinco dias de Katie Zacharia na função.
A busca por um novo nome para o cargo tornou-se uma prioridade complexa para a gestão atual, especialmente após a oposição democrata assumir o controle do Congresso e sinalizar o início de investigações sobre a administração. Até o momento, os canais oficiais do governo americano e da liga de lutas não se pronunciaram sobre os desdobramentos.